Urandir e a pesquisa da unificação dos reinos em Santo Angelo

Detalhes de baixo relevo encontrados em ruínas em São Miguel das Missões mostram evidências de antigas civilizações globais com reinos unificadosSanto Ângelo situa-se na encosta ocidental do Planalto Médio Rio-Grandense, na Mesorregião do Noroeste Rio-Grandense, zona fisiográfica das Missões.
Foi na pesquisa realizada no município gaúcho de Santo Ângelo, distante 462 km de Porto Alegre, que Urandir e os pesquisadores do Dakila Pesquisas localizaram as provas que unem as edificações amazônicas com as ruínas gaúchas dos 7 Povos das Missões. À semelhança do que aconteceu em diferentes pontos do legado inca no Peru e Bolívia e também na Europa, onde a Igreja Católica aproveitou velhas edificações deixadas por diferentes culturas edificando sobre elas suas Igrejas e prédios, também no sítio arqueológico dos sete Povos das Missões registrou-se a mesma situação.


Apesar disso, Urandir e a equipe de pesquisa conseguiu localizar símbolos que também existem em diversos outros sítios arqueológicos brasileiros pesquisados em Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará até o delta do rio Amazonas.

Evidências de antigas e complexas civilizações com reinos unificados estudadas através de inscrições em pedra encontradas na região das missões no Rio Grande do SulDescobriu-se ali que existem túneis atravessando vários pontos onde a prefeitura de Santo Ângelo, à pedido do clero, lacrou a entrada destes túneis, colocando uma laje em cima, além de terra e blocos, segundo os historiados e os guias turísticos locais. Foram encontradas cinco tumbas de pessoas de sociedades bastante antigas, bastante anterior à chegada dos espanhóis e portugueses no Brasil.


Essas pedras podem ser comparadas aos Maias e Incas, pois se trata da mesma engenharia. Como exemplo, temos a Cruz de Caravaca, mais conhecida na região como a Cruz Missioneira, e as colunas que foram edificadas em pedra maciça.trabalhadas por esta civilização, são pedras maciças que até hoje precisaríamos de aparelhos específicos para modelá-las. 
Antigas ruínas no Brasil mostram evidências da unificação de reinos na antiguidade 
Fica a pergunta: como os jesuítas poderiam ter ensinado isso aos índios, se até hoje não temos aparelhos capazes de cortar e modelar as rochas da forma como estão.
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