Urandir Oliveira lidera pesquisa na Islândia e na África do Sul

          Pesquisadores do Dakila Pesquisas estiveram na África do Sul, entre os dias 25 e 30 de outubro, para realizar estudos científicos sobre as trajetórias, distâncias e grandezas do Sol e da Lua e também dos planetas e estrelas. “Fizemos pesquisas mais detalhadas sobre as anomalias não explicadas pela ciência e os resultados serão apresentados no nosso segundo documentário, conforme prometemos no documentário Terra Convexa, lançado em março deste ano”, explica Urandir Fernandes de Oliveira, presidente do Dakila Pesquisas. 



          Eles estiveram próximos à cidade de Joanesburgo e, também, da cidade de Pretória, onde foram ao Rádio Observatório de Sarao. “Conversamos com a astrônoma Marion West que nos passou várias informações sobre as pesquisas e parcerias deste centro astronômico, que serve de apoio inclusive para o SKA, um empreendimento gigantesco que será o maior radiotelescópio do mundo. Além disso, fizemos diversas medições utilizando nosso equipamento de ponta”, disse Urandir. 



           Para estudar os astros, a equipe está mapeando toda a Terra e marcando seus principais quadrantes. Começaram pela Islândia, onde visitaram as cidades de Akureyri e Reykjavic e puderam acompanhar o fenômeno Aurora Boreal. De lá, seguiram para a África do Sul, e os próximos lugares visitados serão na América Latina e Oceania. “Estamos aproveitando os recursos tecnológicos abundantes que temos hoje que proporcionam rapidez, eficiência, precisão e são muito acessíveis. Isso tudo, ao contrário dos cientistas do passado que não dispunham destas ferramentas”, esclarece o pesquisador Alessandro Oliveira. 



           A equipe aproveitou a ida à África do Sul para visitar Maropeng, que é considerado o Berço da Humanidade, para dar continuidade, em paralelo, às pesquisas sobre “A Origem da Humanidade”, tema de outro documentário que será lançado após o do Sol, Lua, estrelas e planetas. Vanessa Oliveira, Tatiana Pereira, Fernanda Lima e Alex Oliveira também integram à equipe de pesquisadores que foram ao país africano. 
          
          Fundado em 1997, o Dakila Pesquisas possui sede no município de Corguinho (MS) e núcleos em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Vitória (ES), Natal (RN), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR) e Salvador (BA). No exterior está presente no Paraguai, Bolívia, Chile, Argentina, Espanha, França, Alemanha, Japão e Estados Unidos. 

 Documentário Terra Convexa 

           Em março deste ano, o Dakila Pesquisas lançou mundialmente, em 13 idiomas, o longa- metragem Terra Convexa: O Documentário. A obra cinematográfica revela experimentos científicos realizados ao longo de sete anos que comprovam que a Terra não é esférica e sim plana nas águas e convexa nos continentes. O documentário já foi assistido por mais de 80 milhões de pessoas. Os estudos foram feitos em diferentes pontos no mundo, com acompanhamento de instituições governamentais e de profissionais de vários segmentos do Brasil e de outros países, como astrônomos, cartógrafos, geólogos, topógrafos e engenheiros civis. 
          Utilizando equipamentos de última geração, foram realizados sete experimentos científicos: geodésico, que consiste em medir dois prédios com ampla distância, tendo como referência o nível do mar; experimento a laser para verificar a planicidade das águas; nivelamento das águas; Distorções óticas relacionadas a processos reflexivos; experimento de barcos na linha do horizonte; experimentos da gravidade e dos corpos celestes. 
         Em reconhecimento à importância dos experimentos científicos, os pesquisadores e cientistas do Dakila Pesquisas foram condecorados pela Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz, na Câmara Municipal de São Paulo (SP), em junho, e pelos deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Campo Grande (MS), em outubro. O documentário, a metodologia e a tecnologia empregadas estão disponíveis no site terraconvexa.com.br.
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